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9 de agosto de 2017

Pais em livros: Divergente (Verônica Roth)

Sumida como sempre, mas atenta as datas que merecem atenção... Eis que eu venho para cá postar "pais em livros", já que estamos na semana do Dia dos Pais e, na minha visão, há pais que devem ser citados por aqui.


Por acaso, eu escolhi o livro Divergente, pois assim posso citar de uma vez só dois pais com pensamentos e posturas diferentes. Ironicamente, estes pais são pais dos protagonistas da saga - Quatro e Tris - : Marcus Eaton (interpretado por Ray Stevenson) e Andrew Prior (interpretado por Tony Goldwyn).

O líder que não é tão altruísta assim 

Marcus Eaton é o líder da facção Abnegação e pai de Quatro, que se transferiu da Abnegação para a Audácia. Mesmo sendo um líder altruísta, há uma verdade escondida entre quatro paredes que não condizem com o que se prega na facção. Marcus é um homem com um passado sombrio, que chegou a castigar o filho muitas vezes e também, muito ambicioso. 

Um momento que ninguém esperava de Andrew Prior

Andrew Prior é o pai de Tris e um dos membros do conselho da Abnegação. Ele é um pai carinhoso que, em momento algum, se chateou com as escolhas dos filhos (que não permaneceram em suas facções de origem), mas que, quando eles precisaram de ajuda, ele esteve lá e tomou atitudes das quais ninguém esperava.  

Sei que são citações breves, pois há spoilers sobre estes pais em vários sites e blogs de resenhas e tal. Mas, eu quis mencionar - talvez inicialmente - estes dois pais de uma saga que mostra uma adversidade incrível já em seu primeiro livro. Aguardem que devo postar mais uma dica que amo muito e, ainda quem sabe, um tutorial de uma pequena lembrancinha para este dia especial.

Até o próximo post!!!

Beijos ^_^


24 de julho de 2015

Resenha: A saga Divergente

Olá!!!

Bom, depois de A Culpa É das Estrelas (e dos outros livros de John Green que li - e sim, terão resenha), um novo vício se iniciou por aqui: o gosto por sagas e distopias


Admito que não li vários livros cujos filmes foram lançados há muito tempo (não me crucifiquem, mas ainda não li Harry Potter ou Senhor dos Anéis) e li Crepúsculo (sim, vai ter resenha) apenas esse ano. Mas, era por falta de interesse e também por "considerar modinha". Eu optei em me afastar da leitura durante anos, mas como disse no post de A Culpa É das Estrelas (ACEDE), vi que a leitura fazia parte da minha vida e este livro me motivou a ser uma leitora voraz novamente. E, por causa dele, eu conheci a saga Divergente, escrito por Verônica Roth.




Imagino que, quem viu os dois filmes (ACEDE e Divergente), entende o motivo dessa associação. Mas, quem não viu, aí vai a explicação: os personagens de Hazel Grace e Augustus Gus Waters (interpretados pelos maravilhosos Shailene Woodley e Ansel Elgort) são irmãos (Tris e Caleb Prior) na saga Divergente. E acreditem: Divergente foi filmado antes de ACEDE e as audições para o filme de John Green foram feitos no período das filmagens (sim, a atriz cortou as longas madeixas que exibe em Divergente para atuar em ACEDE). Mas, como eu queria muito ler ACEDE, comecei por ele, mas depois soube de Divergente e dessa associação dos atores, e não pude resistir. E digo: não me arrependo, pois a saga é maravilhosa!!! 


Como há inúmeras resenhas sobre essa saga, vou dar um breve parecer, seguindo o meu ponto de vista. Mas, para quem ainda não leu, seguem as informações gerais: 


Digo apenas que Divergente me conquistou logo de início (tanto que, li a saga toda - os quatro livros - em uma semana e já perdi as contas de quantas vezes os reli. Sim, foi mais de uma vez que li cada exemplar). Essa questão da escolha aos 16 anos me fez pensar sobre muita coisa, pois é como dizer ao mundo que você é adulto e tem poder sobre suas próprias decisões. E, como na distopia, na vida real, algumas decisões que tomamos, não há volta, pois temos que seguir em frente, enfrentando aquilo que escolhemos e acreditamos que seja o melhor. 

E lógico, o que me conquistou foram os personagens, o entrosamento entre eles. Tris e Quatro (Four) - o casal do livro - , nos três livros são a síntese do que vive um casal normal: paixão, amor, medo, desconfiança, ciúmes, dúvidas, brigas... E há os amigos e inimigos em volta desta dupla, que te conquistam pela personalidade e cada um tem um papel de extrema importância. Você lê um capítulo acreditando em uma personalidade e descobre outra no capítulo ou no livro seguinte. É muito emocionante!!!

Divergente é o início da saga, então, explica basicamente, como será a trama. Há mudanças essenciais para o filme ser mais dinâmico, mas é basicamente o livro.

Em Insurgente, o casal continua a luta por aquilo em que acredita e há surpresas sem igual. O livro, nesse sentido, é um misto de emoções muito grande, além de algumas risadas. No filme, cenas que são um pouco mais sérias no livro, foram engraçadas. Mas, há uma cena emocionante em ambos e não há como não sofrer junto. E houveram algumas mudanças no filme que, sinceramente, me entristeceram (fui de mente aberta e isso ajudou muito).

O final da saga, Convergente, surpreende demais os leitores e há quem disse que não gostou, outros dizem que foi um bom final. Eu admito que não esperava o final, mesmo sabendo dele (uma amiga me contou). Mas eu não estava preparada que aquilo aconteceria e como ele aconteceria (eu revivi um acontecimento de meu passado e foi chocante). E digo: prepare seu coração e leia o livro em um dia que não for sair de casa, além de ter ao seu lado uma caixa de lenço de papel. O filme ainda não foi lançado (será dividido em 2 partes. A primeira estréia ano que vem), mas pelas fotos divulgadas, há muita emoção garantida.

O livro que está entre Divergente e Insurgente é o livro Quatro, que conta histórias do personagem Four. Eu pretendo fazer uma resenha só dele, mas explico o motivo dele não estar incluso aqui no post que farei logo logo.

E, quem leu o livro primeiro e viu o filme depois, só tem uma coisa a dizer, sobre um personagem especial: Theo James (além de lindo!!!), me surpreendeu (muuuuuuuuito, diga-se de passagem) com a interpretação de Four nas telonas. Eu li o livro antes de ver o filme e conforme assistia, vi o personagem do livro encarnado na televisão (sim, vi Divergente no DVD e Insurgente no cinema. E pretendo ver Convergente no cinema também). A interpretação, a feição, o jeito... tudo o que Theo James fez foi simplesmente dar vida ao seu personagem de uma maneira absurdamente maravilhosa! Não há muito para discutir sobre isso, parece que o papel foi feito para ele, pois é perfeito demais!!! Além de lindo (sim, terei que repetir isso), claro.


* Surpresa no filme: alguém notou que a líder da Erudição, Jeanine Matthews, é interpretada por ninguém menos que Kate Winslet, a Rose de Titanic?! (sim, aquele Titanic com o Leonardo di Caprio - Ó Jack). Quando eu vi o trailer, me surpreendi demais. E amei a interpretação dela, não a imaginava tão tirana em um papel e, para mim, foi perfeito. 





* E antes que eu me esqueça: assim que você LER Divergente, BOLO DE CHOCOLATE nunca mais terá o mesmo significado. Curioso?! LEIA O LIVRO, porque essa informação não tem no filme.  

Eu imagino que algumas pessoas vão reclamar sobre esse post. Mas eu optei em não fazer uma resenha completa sobre cada livro, pois como já disse, há muitas resenhas sobre os livros, livro  x filme e tal pela internet. Eu optei em fazer um resumão bem simples, mas expondo meu ponto de vista. 

E, como ainda não li Jogos Vorazes que muitos dizem que Divergente é uma "cópia" desta outra saga, não há como fazer qualquer tipo de comparação. E, mesmo quando eu ler, não pretendo fazer isso, pois são autoras diferentes, personagens diferentes, mundos diferentes e razões diferentes. Então, será uma resenha normal, nada de comparações, por favor.

E aí, prontos para se aventurar por uma Chicago futurista e ter seu próprio ponto de vista sobre a saga?!

Até o próximo post. 

Beijos ^_^